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Pierre e Chuck falam sobre pop punk à Nylon Magazine

portal da revista Nylon Magazine, uma das mais conceituadas no mundo todo, publicou no último sábado (21) uma matéria em que alguns artistas do pop punk falam sobre suas músicas favoritas do gênero, e Simple Plan não ficou de fora.

O vocalista da banda, Pierre Bouvier, e o baterista, Chuck Comeau, conversaram com o portal sobre as músicas que consideram as melhores do pop punk. Confira abaixo o trecho da publicação que traz a conversa dos caras com o portal:

10 artistas do pop punk e suas músicas essenciais do pop punk

Além disso, membros do All-American Rejects, Yellowcard, Simple Plan e muitos outros compartilham qual música pop punk eles gostariam de ter escrito

No início dos anos 2000, quando Hot Topic era o lugar para fazer compras e os cortes de cabelo emo estavam na moda, o pop punk também estava experimentando sua era de ouro. Artistas como The All-American Rejects, New Found Glory, Good Charlotte, Simple Plan e Something Corporate estavam no auge, fundindo o ethos punk de bandas como The Ramones ao mainstream. Claro, essas bandas conseguiram prosperar graças a alguns predecessores do pop punk, garantindo que houvesse um espaço para riffs irregulares coincidirem com ganchos pop. Ver artistas como Green Day e Blink-182 manter sua vantagem enquanto assinava com grandes gravadoras ajudou a solidificar a existência do gênero pop punk e traduzi-lo em uma carreira viável.

Do The All-American Rejects ao Simple Plan, a NYLON falou com algumas das melhores bandas de pop punk do início dos anos 2000 sobre as canções pop punk mais influentes – assim como aquelas que elas gostariam de ter escrito.

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Pierre Bouvier e Chuck Comeau – Simple Plan

Qual música pop punk você acha que é mais influente e por quê?

PB: É uma disputa entre Basket Case, do Green Day e What’s My Age Again?, do Blink-182. Ambas as músicas abriram caminho para todas as bandas pop punk, como nós, que surgiram no início dos anos 2000. Basket Case, em 1994, foi um grande sucesso e expôs o mundo àquela atitude punk angustiada combinada com melodias cativantes e letras pegajosas. Então, em 1999, What’s My Age Again? empurrou o lado pop ainda mais longe e estava em todas as rádios mainstream e pop ao redor do mundo. Você não conseguia girar o botão sem ouvir.

Qual música pop punk você gostaria de ter escrito e por quê?

PB: I’m The One, do The Descendents. Esta é um pouco mais punk do que pop, mas lembro-me de ter ficado maravilhado quando a ouvi pela primeira vez, em 1997. Eu amo os vocais crescentes de Milo [Aukerman] e as guitarras rasgando ao longo da música. É cativante, mas foda, e dá vontade de pular com os braços no ar.

Qual música pop punk você acha que é mais influente e por quê?

CC: Concordo totalmente com Pierre que há um empate entre Basket Case e What’s My Age Again? para as duas canções pop-punk mais influentes de todos os tempos. Essas duas bandas e músicas mudaram tudo para a comunidade pop punk e marcaram o som dos últimos 20 a 25 anos de cena. Mas para torná-lo mais divertido, vou ignorar essas duas e oferecer duas alternativas: Self-Esteem, do The Offspring, lançada em 1994, assim como Dookie, do Green Day, e American Jesus, do Bad Religion, que saiu em 1993. Smash, o álbum do The Offspring, vendeu mais de 11 milhões de cópias em todo o mundo e catapultou o selo indie punk Epitaph para o topo do mundo, permitindo-lhes assinar e trazer bandas de sucesso mainstream como Rancid e NOFX, alimentando a ascensão do pop punk e acertando a segunda explosão em 1999, quando o Blink-182 lançou o Enema of The State. E o Bad Religion influenciou todas essas bandas anos antes: Recipe for Hate, seu álbum de 1993, foi seu primeiro lançamento na Atlantic depois de deixar a Epitaph, dando às bandas pop punk a permissão para assinar com grandes gravadoras e almejar o sucesso mainstream.

Qual música pop punk você gostaria de ter escrito e por quê?

CC: Há tantas músicas pop punk incríveis que eu gostaria de ter escrito, e essa é uma pergunta difícil de responder. Hesitei entre Linoleum ou Lori Meyer, do clássico álbum Punk In Drublic, do NOFX, Move Along, do The All-American Rejects (senti arrepios na espinha quando ouvi pela primeira vez aquele refrão… Tão poderoso e emocionante), ou mesmo o icônico San Dimas High School Football Rules, do Ataris, mas no final do dia, a única música que eu sempre volto como minha favorita é Going Away To College, do Blink-182. Enema of The State é o meu álbum favorito, um álbum que mudou completamente minha vida. Lembro-me de voltar para casa com uma cópia avançada do disco que Mark Hoppus me deu alguns meses antes de ser lançado, e soube depois de ouvi-lo que mudaria todo o jogo. Essa música foi tão comovente e poderosa para mim. Eu nunca entendi por que eles não o lançaram como um single. Eu acho que teria sido um quarto single incrível e teria tornado a banda ainda maior – se isso fosse possível.

Além do Simple Plan, outras bandas como The All-Americans Rejects, The Used e All Time Low também compartilharam suas músicas favoritas. Leia a matéria na íntegra clicando aqui.

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