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“Os brasileiros são muito acolhedores” diz Jeff em entrevista

O Simple Plan chegou ao Brasil na terça-feira dia 06 de dezembro e já cedeu algumas entrevistas, uma delas inclusive foi para o portal de notícias Nação da Música antes do show no Citibank Hall que aconteceu no dia 07 – veja tudo o que rolou aqui.

Nela, Jeff Stinco e Pierre Bouvier falaram um pouco sobre a relação da banda com os fãs brasileiros, como é estar de volta ao nosso país e o que mais querem fazer por aqui. A dupla também contou o que mais estão ouvindo na estrada e o que mais gostam da época do natal. Confira isso e mais já abaixo:

Finalmente vocês chegaram! Já faz uns 4 anos desde a última vez que vocês se apresentaram no Brasil. Como vocês se sentem de estarem de volta?

P: Ótimos! Pegamos um clima maravilhoso ontem, hoje choveu, mas como saímos de um clima de inverno [nos Estados Unidos] é muito bom estar num lugar mais quente. Não fazemos shows há algumas semanas e vai ser ótimo voltar ao palco, vamos tocar para um público grande em São Paulo essa noite.

J: E os fãs são incríveis. Nossos fãs brasileiros são super ativos nas nossas redes sociais, estamos sempre lendo sobre vocês, mas quando finalmente estamos cara a cara é maravilhoso ver a quantidade de energia e de amor que recebemos, e vocês são bastante expressivos sabe? Estou generalizando, mas diria que os brasileiros são muito acolhedores.

Na terça vocês já foram recebidos por vários fãs no aeroporto em São Paulo. Sempre tem essa recepção em todos os locais que se apresentam?

P: Nem sempre. Muitas vezes encontramos alguns fãs apaixonados, mas aqui no Brasil é bem especial, rola um sentimento muito bom quando voltamos e vemos pessoas nos esperando no hotel, super animados para nos conhecerem, nos aeroportos e em todos os lugares.

J: Isso de encontrar a gente no aeroporto eu diria que é uma coisa que acontece bastante no Brasil, no México e alguns países da Ásia também, é bem único, mas nossos fãs no geral viajam bastante para irem em nossos shows e gostam muito da banda. Algumas pessoas dormem na fila para pegar grade, enfim, fãs de Simple Plan são muito dedicados, mas o Brasil chega a outro nível (risos).

Depois de se apresentarem no Brasil, vocês ainda vão dar uma volta pela América do Sul, dar uma pausa e continuar a turnê no Canadá. Como vocês se sentem na estrada? Alguma história engraçada que aconteceu nos shows brasileiros?

P: Os shows são sempre ótimos, temos alguns dos fãs mais animados do mundo e conseguimos perceber isso enquanto estamos tocando. As pessoas estão lá para se divertirem e para mostrarem o amor que têm pela banda, isso faz com que seja muito mais especial.

J: Não sei se você se lembra, mas tivemos dificuldades para sair do aeroporto de Peru. No Brasil sempre é complicado também, mas no Peru as pessoas estavam literalmente bloqueando a saída do aeroporto, que era pequeno, e foi bem difícil de sair. Sempre me lembro muito disso porque foi bem legal. É muito divertido viajar, eu gosto de conferir as músicas dos países que visitamos e tento absorver o máximo que posso das culturas locais, conhecer as comidas, as pessoas, sair, enfim! Obviamente nossos dias são bem ocupados então temos acesso mais à vida noturna, mas é sempre uma experiência maravilhosa viajar para tantos lugares diferentes.

O que vocês têm escutado de diferente enquanto estão na estrada?

P: Ultimamente tenho ouvido muitas músicas de Natal! Já estamos nessa época do ano, então vários clássicos estão saindo. Tenho ouvido bastante o CD de Natal dos Beach Boys, nossa nova música natalina, enfim, principalmente playlists com músicas da época.

J: Estou ouvindo bastante o último CD do Butch Walker, o novo do Kings Of Leon, estou bem viciado em Animals As Leaders, não sei se vocês conhecem, é uma banda meio punk rock, muito legal, e basicamente isso. É muito legal! Com o Spotify, hoje em dia temos playlists e conhecemos bandas novas. Ando escutando mais grupos alternativos, mas também ouço bastante punk rock, pop punk, sempre estou ouvindo alguma coisa. Também ouço bastante blues, então meu gosto é bem diverso.

Já estamos em dezembro e recentemente vocês divulgaram a música “Christmas Every Day”. O que vocês mais gostam dessa época do ano?

P: Eu adoro eggnog, é uma grande tradição na América tomar nessa época. É tipo um milk-shake que você adiciona um pouco de álcool, tem gosto de sorvete e te deixa bem estragado (risos).

J: Eu amo dar presentes, acho bem legal! Particularmente prefiro presentear a ganhar, então tem toda aquela preparação de Natal, se preocupar em agradar pessoas especiais. É aquela época do ano pra ser atencioso e pensar no próximo, fazer as pessoas felizes e mostrar o quanto você se importa. Adoro montar a árvore de natal e colocar as luzes. Esse ano estou fazendo todo um Natal italiano, que é minha origem, então não vai ter peru, mas sim bastante massa, estou meio cansado dessa coisa de peru, talvez eu volte atrás no próximo ano, mas para esse Natal vai ser assim.

Pensando um pouco nas suas apresentações…Vocês lançaram um novo álbum há algum tempo, mas os fãs sempre ficam esperando escutar aquelas músicas das antigas. Vocês se cansam de tocar os sucessos ao vivo ou sempre vale a nostalgia?

P: Acho que temos um bom equilíbrio! As pessoas sempre querem ouvir as antigas, mas também sempre temos músicas clássicas em todos os CDs, até mesmo no novo, tenho certeza que se viéssemos e não tocássemos Boom! as pessoas ficariam chateadas, então acho que todo álbum tem as músicas preferidas e é importante balancear, tocar antigas e também novas, pois as pessoas querem ouvir. Acredito que estamos em uma posição bem privilegiada onde as pessoas não querem escutar apenas nossas músicas do passado, pois ainda estão nos acompanhando. Tem algumas bandas que estouraram muito no primeiro álbum e as pessoas só se importam com ele, mas particularmente eu sinto que nossos fãs têm nos acompanhado nas coisas novas e gostam delas, então não me importo.

J: Temos alguns indicadores que nos mostram que nossas músicas atuais também agradam muito. Por exemplo, é a primeira vez em anos que ouvimos pessoas dizendo que o novo álbum virou o preferido delas, que venceu outros CDs, ouvi bastante recentemente. Músicas como “Perfectly Perfect”, que em menos de uma semana teve mais de um milhão de views no YouTube, o que é um crescimento muito rápido, e as pessoas foram bem responsivas a ela…então acho que é muito legal. É como o Pierre falou. Uma vez fui a um show do Radiohead e eles não tocaram Creep, eu fiquei tipo “sério”? Então claro, temos que tocar as músicas clássicas como “Perfect” e “Welcome To My Life”, essas músicas fazem parte de quem somos e do nosso legado e gostamos de tocá-las. Também é legal que posso olhar para o nosso público enquanto estou tocando as músicas já que as sei de cor (risos).

Tem alguma coisa que vocês querem muito fazer agora que chegaram ao Brasil?

P: Pra mim, com certeza caipirinhas e pão de queijo. Eu bebo muita caipirinha.

J: Não tem como não beber muita caipirinha (risos). Eu também saí recentemente e comprei várias partituras de músicas brasileiras, como bossa nova, pretendo voltar pra casa e tocar muita música brasileira.

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