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Pierre fala sobre os brasileiros nas redes sociais em entrevista

Antes do Simple Plan tocar na Cidade de Quebec no dia 19, Pierre Bouvier esteve no programa La belle gang, do amigo Patrick Langlois, transmitido pelo Canal Vie, onde cedeu uma rápida entrevista. Nela, Bouvier falou sobre suas filhas, sobre ter um clube de café e principalmente sobre a #NPNHJBTour: o vocalista inclusive contou sobre os diversos comentários que os caras recebem nas redes sociais de brasileiros pedindo a turnê de 15 anos do primeiro álbum.

Confira em nossa galeria a foto que Patrick publicou no Instagram com Pierre clicando aqui e logo abaixo, leia a tradução feita pela nossa equipe (Clique aqui e veja o vídeo da entrevista):

Patrick Langlois: Uma turnê para o décimo quinto aniversário vocês fizeram ontem aqui em Montréal e hoje em Québec, era uma turnê que no início deveria durar duas semanas e finalmente vocês viajaram quase que o mundo inteiro. Vocês ficaram surpresos de ver o tanto de pedidos que tiveram para isso?

Pierre: Eu acho que as primeiras duas primeiras semanas foram um pouco para testar e finalmente foi tão bem recebida, nos Estados Unidos sobre tudo e nós nos dissemos: – “Então por que nós não levamos essa turnê pelo mundo?” e ainda mais que nossos fãs estão por todos os lugares, nós fizemos nos Estados Unidos e nossos fãs do Brasil: – “Vocês têm que vir para o Brasil!”, de comentários, atrás de comentários (nas redes sociais), então finalmente nos falamos: – “OK, nós precisamos ir então!”. Então nós vamos fazer o Japão, Canadá, EUA, México, outros países que eu ainda não posso dizer.
Patrick Langlois: Então vai continuar?
Pierre: Sim!

Patrick Langlois: Você é capaz de colocar o dedo e me dizer qual é a razão pela a qual vocês duraram 15 anos e sobretudo o que vocês farão para durar mais quinze?

Pierre: Eu acho que é a relação entre o grupo e também a relação com os fãs. Entre o grupo nós somos uma banda que entendeu como se comunicar. Eu acho que existem muitas bandas que funcionariam muito bem se os integrantes se falassem para resolver seus problemas e nós nos tornamos expert, acho poderíamos todos sermos psicólogos se quiséssemos.

Isabelle Racicot: Vocês se analisam entre vocês mesmos?

Pierre: Sim e sobretudo se existe um problema, uma briga, nós sempre resolvemos. Nós fazemos reuniões, nos ocupamos disso de verdade pois senão pode causar mais problemas. E também com nossos fãs eu vejo que cada dia mais que todas as coisas que nós fazemos e não estou falando do Soudcheck, Meet&Greet, de coisas após o espetáculos, mas se temos fãs que nos esperam lá fora, nós vamos falar com eles, nós autografamos. Eu acho que nós criamos uma relação que é próxima, eles nos amam muito e querem nos seguir e isso torna meio que uma comunidade, uma família.

Kim Rusk: Falando dos fãs, eles envelheceram com você, com a música de vocês. Vocês têm novos fãs, jovem que vêm ver vocês, que descobriram vocês?

Pierre: Acho que sim, eu sempre pergunto as pessoas nos shows, tipo: – “Tem gente que parece ser muito jovem.” Outro dia eu vi um fã que tinha uma placa que dizia: – “Eu nasci no mesmo ano que esse álbum foi lançado.” E muitas vezes são os pais que escutavam o Simple Plan e é claro que temos fãs que estão lá desde o inicio. É muito legal de ver isso!
Patrick Langlois: Como nós por exemplo. O show do Simple Plan em Montreal estava todos nossos amigos, com os filhos. E para desconstruir a tua imagem de rock-star, tipo, a gente te olha cheio de tatuagem, vocalista de uma banda, mas você tem dois lados. Você tem um lado que a gente vê no palco e um lado bem normal quando você está em casa onde você é totalmente ao contrário de um rock-star.
Pierre: Sim, mas eu diria que é mais ou menos para todas as pessoas no mundo artístico. Você tem o lado que é estar no palco, na frente dos fãs, na TV, mas para minhas filhas eu tenho duas de 4 e 5 anos, tenho minha esposa, eu vivo na minha casa onde eu tenho que me levantar, faço a comida. O que é legal e que por essa coisa de banda, quando eu estou em casa eu estou a tempo integral, estou lá por duas semanas eu faço o café da manhã, as levo para escola, eu as coloco na cama, eu faço tudo. Eu tento recuperar o tempo.
Isabelle Racicot: Isso compensa.
Pierre: Sim.

Kim Rusk: As suas filhas entendem que você é uma estrela?

Pierre: A minha mais velha com certeza vai se lembrar, minha mais nova tem 4 anos então acho que esse tipo de memória vai ficar um pouco, mas em geral elas entendem que o papai tem uma banda. Elas vêm aos shows, sobem ao palco quando nós jogamos as bolas, elas adoram chutar.

Isabelle Racicot: Nesta idade imagino que elas não têm toda a noção, mas todo o teu lado de estar em casa. Você mora em San Diego, imagino que alguns vizinhos não devem saber o que você faz da vida. Você tem um clube de café também?
Patrick Langlois: Quando você acha que os caras entre um espetáculo e outro fazem a festa. Não! Eles estão em um clube de café.
Pierre: Quando estamos em grupo somos por volta de onze ou doze pessoas e nós procuramos não fazer mini-grupos, mas sempre tem três ou quatro caras que fazem as mesmas coisas e o Sébastien e eu estamos no mesmo nível nas nossas vidas e também tem o Chady que é o substituto do Patrick que faz fotos, vídeos, Meet&Greet e nós gostamos de tomar um café durante o dia…
Patrick Langlois: E vocês fizeram até mesmo camisetas.
Pierre: Sim, isso é totalmente uma piada que chamávamos isso de: “OK Cafei, cafei” e o resto do grupo ficava tipo: – “Isso é ridículo, caras”. Então nós decidimos empurrar ainda mais a piada e nós estávamos na Colômbia eu acho e nós estávamos andando nós três juntos e tinha um quiosque de fazer camisetas em meia hora e nós nos falamos: – “Eles vão nos achar totalmente ridículos se nós fizermos camisetas “OK, Cafei” e quando nós voltamos eles perguntaram: – “Onde vocês fizeram essas camisetas?”

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