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Chuck compartilha sua opinião sobre a legalização da maconha

Chuck Comeau cedeu uma entrevista para Todd Hancock, do programa TODDCast Podcast, e recentemente alguns trechos do bate papo com o baterista foram divulgados. Neles, Comeau falou sobre diversos assuntos: a banda Pearl Jam, a sua família, livros, e sua opinião sobre um assunto mais polêmico – a legalização da maconha. Abaixo, ouça já a entrevista e leia a tradução feita pela nossa equipe:

Repórter: Qual foi seu primeiro show? Qual a melhor lembrança do show que você assistiu?

Chuck: O primeiro foi um show do Pearl Jam. Eles tinham acabado de lançar um álbum, estava pipocando por todos os lados. Eles não eram grandes ainda, tocavam em pequenas arenas para 4 ou 5 mil pessoas. Eu fui com meu pai e amei, pensava que aquele tinha sido o melhor show de todos. Eu não diria que eles eram fodas, porque eu não tinha ido a muitos shows para fazer esse comentário, mas sabe quando você está numa banda e ela começa a deslanchar? Então você ainda tem algumas coisas para provar para as pessoas, mas mesmo assim eles eram ótimos. Aí de repente mudou, a vida muda, então passamos a ouvir Rage Against The Machine, Tool e algumas bandas que tinham uma pegada “Lollapalooza”, algumas bandas alternativas que estavam estourando no momento.

Repórter: Do que você mais se sente orgulhoso?

Chuck: Uau, essa é pesada. Eu acho que escolheria três coisas. A primeira é o meu filho, que nasceu há dois anos atrás. Talvez seja clichê dizer isso, mas é maravilhoso vê-lo crescer e a cada vez que ele pensa algo novo ou tem uma nova ideia ou faz qualquer coisa diferente você pensa “Meu Deus, essa é a melhor coisa do mundo”. Tem sido ótimo. Ter uma família é ótimo. Acho que a segunda é a conexão próxima que tenho com a minha família e meus pais. Eu tenho 37 anos, nós nos falamos todos os dias e eles são as pessoas mais importantes da minha vida, além da minha esposa e do meu filho. E a terceira é ver o que conquistamos como uma banda, porque somos os mesmos caras desde os 17 anos de idade, nós viajamos e fizemos turnê em 65 países, vários álbuns e mexemos com a vida de muitas pessoas.

Repórter: Quantos álbuns vocês venderam?

Chuck: Estamos próximos de atingir 10 milhões agora.
Repórter: Isso é ótimo!
Chuck: É, não temos nada do que nos envergonhar!

Chuck: Eu tenho lido muito ultimamente.
Repórter: Ah, é? E o que tem lido?
Chuck: Estou lendo um livro que está totalmente fora da minha zona de conforto usual. Chama-se “O Gene” e conta a história da genética, do conceito de como os humanos se tornaram quem eles são hoje.. é algo bem mais científico, o que pra mim é algo que não curto muito, mas realmente estou gostando desse. É fascinante e abre os teus olhos para o mundo.

Repórter: Chuck, qual é a sua visão sobre a legalização da maconha?

Chuck: Eu acho que a repressão tem sido uma falha gigantesca. Falando sobre drogas mais pesadas, claro…
Repórter: Sim, mas nos Estados Unidos as pessoas acabam sendo presas por portarem ou por usarem drogas.
Chuck: Sim, eu acho insano arruinar a vida de uma pessoa por algo como isso. Eu acho que não há muitos benefícios para quem consome, mas para mim, que não uso nenhum tipo de droga, não é algo que eu esteja animado para acontecer ou incentivando, mas para a sociedade eu acho que deveria ser mais restrito, que não seja vendido na esquina da sua casa, que você fume isso num local mais saudável.

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